Especialista dá quatro dicas para gerenciar as finanças de uma pequena empresa

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É de suma importância que os empreendedores invistam um tempo para organizar as finanças de suas empresas, afinal esse é um exercício que ajuda os empresários a detectarem como anda o seu negócio. Para auxiliar os pequenos empresários, o especialista Luiz W. Jung, da Moore Stephens Auditores e Consultores, uma das maiores redes do setor no mundo, elencou algumas dicas que revelam as vantagens de fazer disso uma rotina.

• O empresário deve separar suas finanças, evitando misturar as contas pessoais com as despesas do negócio, ou seja, o caixa da empresa deve pagar as dívidas da empresa e não ser utilizado para as despesas do empresário. Para as despesas pessoais, o empresário deve definir uma remuneração a título de pro labore.

• Coletar de forma organizada as informações da empresa, ou seja, conhecer os números. Anotar tudo o que envolva o dinheiro do empreendimento é uma atividade que deve se tornar hábito, mesmo com a correria das atividades rotineiras. O empresário precisa ter em mente o quanto a empresa recebe e quanto gasta, o que se vende e o que se compra. Com isso, o empresário cria uma rotina capaz de gerar conhecimento para gestão financeira.

• Conhecimento nunca é demais. É importante que se invista em treinamentos, cursos, palestras, entre as diversas opções oferecidas pelo mercado, para que os empreendedores aprimorarem seus conhecimentos em finanças e consigam, depois de coletar de forma organizada as informações, agir da melhor forma possível, evitando equívocos. Esse tipo de formação evita ou reduz a probabilidade de que erros sejam cometidos em escolhas do dia a dia e de longo prazo, afinal, depois do aprendizado, as escolhas passa a ser mais precisas.

• Contar com a ajuda de um profissional especializado faz toda a diferença. Se o pequeno empreendedor ainda não tem condição de contar com uma consultoria especializada, ele deve usar em seu proveito um profissional o qual é obrigado a contratar: o Contador. Pequenos empresários às vezes têm dificuldade em perceber que a contabilidade não existe apenas para atender o Fisco e que, parte significativa do que ele precisa para tomar decisões e evitar futuras dores de cabeça, está lá, e melhor, de graça, haja vista que manter uma contabilidade é uma obrigação.

Fonte: Lyderis

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